Se fosse mesmo meu, nunca ia embora. As coisas que são outorgadas sem intenção perdem-se sem significado. Mas a que nos pertencem de verdade por inteira inato carne no corpo e sangue de alma, nunca se perdem. Mesmo que não estejam connosco, hão-de sempre ficar connosco, hodierna na nossa vida. Como uma escuta constante, imperceptíveis, perenes. Podemos até pensar que não, mas é verdade. Elas ficam mesmo connosco, porque nunca falecem. As coisas importantes ficam na mais vislumbre da memória, porque se as esquecermos, significa que nunca representaram nada.
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